Mostrando postagens com marcador educomunicacao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educomunicacao. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Entrevistando Autores

A equipe da Imprensa Jovem EMEF Arquiteto Vilanova Artigas - DRE São Mateus realizou uma entrevista com Izabel Gregório autora do livro "A menina e o papel de bala".
Izabel Gregório é professora de Ciências, especializada em educação Ambiental, autora do livro “A menina e o papel de bala”, atuou como professora de educação básica por 20 anos.
Para Izabel a ideia de escrever um livro que retrata sobre o meio ambiente e bullying ao mesmo tempo surgiu com a personagem Duda, uma menina que queria crescer logo, pois para algumas coisas ela era criança e para outras era adulta. Através de um ato irresponsável ela provocou o entupimento do esgoto da rua em que morava, a partir desse fato recebeu na escola o apelido de Duda ta na merda, ficou depressiva e para lidar com isso criou um projeto para ajudar quem  já passou por bullying. Duda percebeu que para crescer é preciso ter responsabilidades. 
 
Alunos repórteres: Beatriz Martim, Stephane Oliveira, Talia Lorrane, Gabriela Moretti, Alvaro Oliveira da Silva, Leandro Pereira e Alexsandro Ribeiro.

Visite nosso blog - Tá no Artigas ... Tá na net

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Meninas de Minas nas Paralimpíadas Escolares

Como pode ser uma entrevista educomunicativa? Ou o registro educomunicativo de um evento relevante para a educação?

Os alunos que participaram das Paralimpíadas Escolares 2012 como Imprensa Jovem demonstraram com grande competência como pode ser feito. Veja os exemplos neste blog. Um tipo realmente jovem e livre de comunicação.

No vídeo abaixo as alunas repórteres Ana Isabelle e Stefany Rodrigues da escola Prof. Jairo de Almeida de Perus, DRE Pirituba, conversaram com meninas atletas da delegação de Minas Gerais.




Visitem o blog da escola prof. Jairo de Almeida de Perus: http://educart.multiply.com

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Confibercom: Claudemir Viana

Aluna Stefany, da escola Jairo de Almeida, conversa com o criador do Projeto Minha Terra, prof. Claudemir Viana:


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Prefeitura de São Paulo pretende ampliar a inclusão digital nas periferias através das escolas

A prefeitura pretende ampliar a inclusão digital nas periferias da cidade através das escolas. Segundo o Secretario de Modernização, Gestão e Desburocratização e  presidente da Prodam o engenheiro  João Octaviano Machado Neto , além dos Telecentros , o ponto de ampliação será através das escolas com internet livre. A proposta da prefeitura é aumentar toda banda e links de internet nas escolas para ter um padrão de qualidade internacional.

Reportagem Jessica Bruna

Confira a entrevista

domingo, 23 de janeiro de 2011

Rene Silva o twitteiro que noticiou a invasão da policia a Comunidade do Alemão RJ fala sobre ações sociais com uso das redes sociais

Durante a Campus Party, no dia 20 de janeiro de 2010, entrevistei Rene Silva Santos, que começou com  o jornalismo aos 11 anos de idade em um projeto escolar educomunicativo da cidade do Rio de Janeiro, semelhante ao programa "Nas ondas do Rádio" da prefeitura de São Paulo.

Hoje com 17 anos é jornalista e criador  do Jornal comunitário "Voz da comunidade".Este ano ele  marcou presença no maior evento tecnológico brasileiro. Ele foi convidado pela Campus Party como palestrante para debater  sobre o papel das novas  tecnologias e da internet no combate à violência. Morador do complexo do Alemão se tornou um agente de mediação entre população daquela  área e a polícia que esta fazendo ocupação contra o tráfico de drogas, que se encontrava constantemente atuante. Dentro deste tema foram desenvolvidas diversas discussões, uma delas foi o acesso de jovens e crianças à internet, que é um caminho que possibilita levar grandes informações, sendo elas positivas ou negativas, defendendo o uso desse meio de comunicação.  Rene Silva afirma que a internet, redes sociais e as diversas mídias são suas principais ferramentas de trabalho em seu jornal no complexo do Alemão (RJ), ele utiliza a rede para levar informações a comunidade e desenvolver projetos comunitários que possam beneficiar a todos.

São citados alguns casos onde crianças de apenas 12 anos de idade fazem mal uso de todas essas novas tecnologias, publicando dados pessoais e imagens íntimas na internet. Quando o assunto é a juventude há uma grande polêmica levantava. No século XXI proibir o acesso é quase impossível, a  única forma de prevenir o mau uso é garantir o acesso ao conhecimento.

Contato com Rene Silva

twitter.com/rene_silva_rj
http://twitter.com/#!/vozdacomunidade

Reportagem Aluna repórter Thais Valenthiny
Participante do Programa Nas Ondas do Rádio
http://tchukitos.blogspot.com/

sábado, 22 de janeiro de 2011

Lan House uma solução educacional para inclusão digital nas comunidades carentes

As Lan House tem se transformado em um espaço de acesso democrático à internet, sobretudo nas periferias das grandes cidades. Muitos adolescentes passam horas ligados a redes sociais, jogos, sites de entretenimento entre outros.  A Lan House junto com os espaços de acesso a internet oferecido pelos organismos governamentais tem beneficiado muitos adolescentes a ter o seu 1º contato com a internet. 

Apesar disso,  as Lan House vivem a margem da sociedade  e muitas vezes são alvos de preconceitos e controle pelo poder publico. 


Na Campus Party  o painel de Politicas Publicas sobre Lan Houses discutiu a sua  importancia social que leva acesso a internet a localidades onde não é oferecida pelo poder publico. Nossa entrevistada Daniela Silva, diretora da Esfera, falou sobre a evolução da Lan House no Brasil e destacou sua importancia na educação. Segundo ela,  "a Lan House é igual a uma escola onde se aprende a  desenvolver e ampliar o conhecimento" . Ela também afirma ser contra a lei que decreta que o menor de idade não pode usar a Lan House por bastante tempo, "acho que as pessoas deveriam confiar mais nos jovens, pois alguns jovens são diferentes dos outros".

Ela  ressaltou  ainda a inportância das Lan House nas comunidades que não tendo muito acesso a internet em casa vêem nas Lans oportunidade de pesquisa e diversos outros trabalhos escolares.

Perguntada sobre como a Lan House pode influenciar a vida das pessoas aqui no  Brasil,  a palestrante afirma que existe a 'proibição' no sentido de menores de idade  usarem a Lan House com muita frequência, pois podem acessar sites proibidos, mas se posicionou contra essa proibição, por ententer que os jovens de hoje procuram a Lan House com objetivos bem definidos.

Sobre os motivos que motivou a criar o  projeto sobre a Lan House em comunidades carentes, ela foi clara ao afirmar que esse projeto nasceu da necessidade de inclementar o uso das 'Lan' em diversas comunidades carentes, onde não se verifica o uso de computadores em domicilio.

Quanto a sua participação no Campus Party 2011, ela afirmou que é uma oportunidade de estar junto a comunidade virtual atuante, palestrando para pessoas diretamente ligadas ao mundo digital.


A partir de entrevista realizada por Thays Andressa da escola Eliza Rachel, Diretoria Regional de Educação Capela do Socorro.
Programa Nas Ondas do Rádio - Imprensa Jovem na Campus Party 2011

Modding:Chucky na Campus Party 2011


A equipe da Redação Força Jovem fez uma matéria com um dos concorrentes pra ganhar o concurso de Modding (computador personalizado).


Omar Majzoubr que é campuseiro Montou um Modding do personagem Chucky e disse que tem esperança de ganhar.

Confira a  entrevista



Telecentro um dos maiores projetos de inclusão digital do mundo na Campus Party Brasil

Os Telecentros estão por cidade , atendendo a população de São Paulo com cursos de iniciação básica ao uso do computador, entre outros, e acesso a internet banda larga. Participante das 4 edições da Campus Party Brasil, este importante projeto de inclusão digital, está oferecendo para o participante workshop de edição de imagem.

Waldemar Junqueira da Secretaria de Participação e Parcerias fala da importância da participação do Telecentro no Campus Party. Segundo, ele “a cada edição a gente traz algumas novidades para o Telecentro para atender a população”.

Confira a entrevista na íntegra.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Novo curso de comunicação educativa

A Escola de Comunicação e Artes da USP cria a primeira graduação em Educomunicação
A Escola de Comunicação e Artes da Universidade- de São Paulo (ECA-USP) será a primeira a ministrar um curso de licenciatura em Educomunicação no Brasil. A criação de uma graduação específica para a área revela o enorme impacto das novas tecnologias da comunicação na aprendizagem. A USP prevê que o educomunicador atue em dois ramos: nas escolas de educação básica, nas funções de professor de comunicação ou assessor de projetos pedagógicos que englobem mídias como jornal, internet, cinema, tevê e rádio, ou ainda como consultor de ações educacionais em empresas e ONGs.
Ismar Soares, chefe do Departamento de Comunicação e Artes da ECA, ao qual a nova graduação estará vinculada, afirma que, hoje, os educadores devem trabalhar com um novo “paradigma educacional”, que tem o aluno como ator principal da aquisição de conhecimento. “Hoje, as crianças são cúmplices do processo”, afirma. O diretor diz que, no Ensino Básico, o educomunicador poderá atuar como gestor de processos comunicativos. “Ele será um mediador; um assessor da escola que colaborará com professores e alunos para que ocorra o diálogo com as mais diversas mídias.”
Para tanto, o currículo do curso foi estruturado focando o domínio dessas tecnologias, como internet, rádio e televisão. Além do mais, parte da grade horária estará a cargo da Faculdade de Educação (Feusp), responsável pelas teorias e práticas de ensino. Soares explica que o papel do profissional nas escolas não estará ligado à educação formal. “Dentro do sistema escolar, o foco da educomunicação não é exatamente no conteúdo programático. A educação formal transmite conteúdos, enquanto a educomunicação está voltada na relação de vários ambientes, entre eles a escola, que pode ser mais democrática se aproveitar melhor o fluxo de comunicação entre seus alunos”, comenta.
NOVO NOME, PRÁTICA ANTIGA
Apesar de ser o primeiro curso de graduação no País, o uso pedagógico de tecnologias multimídia na educação é prática antiga. “A ECA não inventou a educomunicação, apenas deu um nome ao que já se fazia”, definiu Soares.
Ele revela que, no Brasil, as primeiras experiências na área remetem à década de 50 e 60, no chamado Movimento de Educação de Base (MEB). Iniciativa- dos -setores mais progressistas da Igreja Católica, o MEB utilizava emissoras de rádio localizadas, principalmente, em capitais do Nordeste e transmitia uma programação educativa para o interior. “Um grupo de mediadores estava disseminado pelo Sertão e fazia a escuta e capacitava os agricultores em alfabetização”, explica Soares.
Parte dos movimentos sociais e de cultura pré-golpe de 1964, como o Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes, o MEB pretendia ter 15 mil rádio postos espalhados pelo País. Entretanto, a meta não foi atingida e a proposta acabou desarticulada pelo regime militar.
Sandra Pereira Tosta, coorganizadora do livro Do MEB à WEB – O rádio na educação, ressalta que projetos como o MEB foram precursores das práticas hoje denominadas educomunicação e tiveram base na pedagogia de Paulo Freire. “Ele (Paulo Freire) rompe ao propor uma educação libertadora, longe de uma proposta de educação profissional. Além do mais, para uma educação crítica, ele propõe a incorporação dos meios de comunicação”, diz Sandra.
Em relação à primeira graduação em Educomunicação no Brasil, a autora mostra-se otimista. “É uma iniciativa mais do que oportuna, arrojada e ousada. É um projeto sintonizado com a sociedade em que vivemos hoje, a sociedade midiática.” Assim como Soares, Sandra destaca a importância do protagonismo do aluno. “Os meios de comunicação permitem que as pessoas possam ser criadoras de informação. Além do mais, é impossível não reconhecer o papel formador das mídias na atualidade.”
EDUCOMUNICAR NA ESCOLA
A criação de uma graduação específica para educomunicação vem em resposta a uma demanda já existente nas instituições de ensino, principalmente a partir da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que abriu a possibilidade de abordagem para as áreas de mídia e comunicação, principalmente, no Ensino Médio.
Soares explica que, nos últimos anos, algumas iniciativas já trabalham com o conceito. É o caso, por exemplo, do Projeto Educom.rádio, promovido entre 2001 e 2004 na rede municipal de ensino de São Paulo. Durante o projeto, ocorreu a formação de professores, com parceria do Núcleo de Comunicação e Educação da ECA, e foram enviados 250 kits de rádio para unidades da rede. A experiência culminou com a criação, em 2004, da Lei Educom, que prevê a inclusão de práticas educomunicativas nos planejamentos anuais das secretarias municipais de Cultura, Saúde, Esportes, Lazer e Recreação, do Verde e Meio Ambiente e, em especial, de Educação. Hoje, a educomunicação faz parte do cotidiano das escolas municipais, por meio dos projetos Imprensa Jovem e Nas Ondas do Rádio.
O coordenador do Projeto Nas Ondas do Rádio, Carlos Alberto Mendes de Lima, diz que a regulamentação surgiu “da própria experiência nas escolas públicas”. Segundo Lima, o Nas Ondas do Rádio atende à Lei Educom, uma vez que consiste na “formação do professor e na potencialização de ações nas escolas com o objetivo de promover o protagonismo infanto–juvenil”. Nascido da experiência com o rádio, o projeto hoje engloba diversas outras mídias, utilizando-se principalmente da abrangência de ferramentas da internet, como blogs, Twitter e recursos audiovisuais. O protagonismo dos alunos é evidente no trabalho de cobertura jornalística realizado por estudantes da rede municipal em grandes eventos sediados na capital paulista, como a Campus Party e, mais recentemente, a Bienal do Livro. Mendes de Lima considera que as escolas precisam de profissionais com conhecimento para usar a educomunicação visando facilitar o acesso à informação. “Ter um curso específico é muito importante não só para a escola como para toda a sociedade. O educomunicador pode, por exemplo, desenvolver projetos em ONGs e secretarias na gestão e formação de comunicadores comunitários dentro das instituições”, finaliza.
O ingresso para a licenciatura em Educomunicação será realizado por meio do vestibular da Fuvest, com 30 vagas no período noturno.

Fonte: Revista Carta na Escola 
http://www.cartacapital.com.br

Criando e editando documentos na Nuvem - Google Docs

sábado, 2 de outubro de 2010

Prêmio Paulo Freire 2010 vai para escola de Parada de Taipas

Câmara entrega prêmio Paulo Freire de Qualidade de Ensino

Objetivo é valorizar projetos educacionais criativos e inovadores

RenattodSousa
Prêmio Paulo Freire Projeto “Trabalhando Arte com Amor", da EMEF Raul Pompéia, é o vencedor da 5ª edição
 “Ensinar exige conhecer o ensinamento do aluno.” Com essa frase, Paulo Freire enfatiza a necessidade de respeito ao conhecimento que o aluno traz para dentro da escola. A ideia é apresentada em A Pedagogia da Autonomia, a última obra do educador publicada em vida, em 1996.  Se apoiando na premissa de respeito e difusão educacional, a Câmara criou o Prêmio Paulo Freire de Qualidade de Ensino Municipal.  O Objetivo é premiar projetos educacionais criativos e inovadores Nesta sexta-feira (23/09) foi realizada a premiação da 5ª edição.

 O vereador Alfredinho (PT) presidiu a solenidade e lembrou o trabalho do educador. “Ele foi uma pessoa importante não só para o Brasil, mas também para o mundo. Era um daqueles indivíduos que existem para fazer algo diferente, que nunca morre, seu trabalho se perpetua”, ressalta o parlamentar. 
O grande vencedor foi a EMEF Raul Pompéia, de Parada de Taipas, com o projeto Trabalhando Arte com Amor. O programa trabalha com a linguagem artística e envolve danças e teatro. Os alunos fazem algumas dessas aulas por opção e nelas são inseridas programação pedagógica. “Eles aprendem de forma lúdica. Desenvolvemos dentro do teatro ou da dança algum tema que esteja em debate na sala de aula. Desta maneira aprendem a matéria e a arte. No final do ano realizamos um espetáculo de tudo que foi aprendido e ensaiado”, explica a coordenadora do programa, Alexandra Ferreira Lima. 
A resolução que instituiu o Prêmio Paulo Freire é de 1998 do então vereador e agora deputado estadual Vicente Cândido (PT) que esteve presente e compôs a mesa solene. Também participaram do evento Lutgarts Freire, filho de Paulo Freire; Regina Célia, representando a secretaria de Educação; e  Carlos Alberto Mendes de Lima, responsável pelo programa Ondas no Rádio.
Os outros premiados foram:
2º Lugar: EMEI Professora Olandya Peres Ribeiro - Educação Ambiental na EMEI Olandya;  Responsável: Professoras Fátima Aparecida de Jesus Teixeira e Wagna Aparecida P. Dias Nalini 
3ºLugar:  CEI Genoveva D'Ascoli - O Brincar em Ação, sob uma nova visão!; Responsável: Professora Gabriela Manzano Geraldini Antonangeli
Menções Honrosas
CEI Vila Salete - Jornal do Saletinho;  CEU EMEI Água Azul - Tecnologia para brincar;  EMEI Cruz e Sousa - Aprender brincando e brincar aprendendo; EMEI Pe. Benno Hubert Stollenwerk – Reler;  EMEI Profª Maria Laura Souza Campos - Descobrindo os sabores do saber através da literatura infantil; EMEF Procópio Ferreira - Gentileza Pratique; EMEI Olga Benário Prestes - Órgãos dos sentidos - Em que sentido? 
Destaques
EMEF Padre Gregório Westrupp - Escola Leitora;  EMEI Dona Alice Feitosa - Crianças e espaços: um diálogo possível; CEI Jardim Souza - Abrindo Caminho.

Fonte : Site da Câmara Municipal de SP

A cobertura jornalistica do evento contou com a participação da equipe Imprensa Jovem da Rádio Graciosa da EMEF Fernando  Gracioso . Fotos

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Educomunicador Estimula a Circulação da Informação



Nas escolas municipais, projeto já permite que alunos criem suas mídias. COLABORAÇÃO PARA A FOLHA SP - matéria públicada no Guia das Profissões do ultimo domingo  19/09/2010

Você já ouviu falar em um educomunicador? Se a resposta é "não", fique tranquilo. O profissional ainda é desconhecido também pelas empresas. O educomunicador é o responsável pela gestão de projetos que unem comunicação e educação. Ele pode trabalhar em escolas, no terceiro setor, em empresas de mídia e com pesquisa.

Na TV USP, o programa "Quarto Mundo" é um exemplo de projeto educomunicativo, em que estudantes do ensino médio e profissionais de comunicação atuam juntos. Os alunos fazem desde a pauta até a edição do programa de TV. "A comunicação passa a ser um elemento de todo mundo, ela dá voz ao aluno e ao educador", diz Carlos Alberto Mendes. Ele preside o comitê que implementa uma lei municipal que institui a educomunicação nas escolas públicas de São Paulo.

A partir da lei, foi criado o programa Educomunicação pelas Ondas do Rádio, que estimula a produção de programas de rádio e TV, blogs e jornais comunitários, entre outras formas de mídia, nas escolas municipais.

Para João Alegria, 46, gerente de programação, jornalismo e engenharia do Canal Futura, o fato de o mercado de atuação do educomunicador estar em construção não é um empecilho para a formação dos novos profissionais também nas empresas.
Ana Paula Chinelli, 30, diretora de jornalismo da TV USP, diz que, como esse é um campo novo, é preciso "criar conceitos do zero".

A USP criou o curso de licenciatura na área neste ano e passará a oferecer vagas já para 2011. "O professor de comunicação é uma demanda [nas unidades educacionais]", diz Ismar Soares, coordenador do curso.

Mas a universidade paulista não foi a pioneira. Neste ano, a UFCG (federal de Campina Grande, na Paraíba) iniciou as atividades do curso de bacharelado em educomunicação.

A aluna Ana Caroline Araújo, 19, conta que, por ser um curso recente, existem dificuldades. "Tudo o que é novo sofre preconceito", diz.
(ANA PAULA ANJOS)

FOLHA.com
Ouça entrevista com João Alegria, do Canal Futura
folha.com.br/mm798002
Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Estreia da Rádio Cantinho da Felicidade . Uma rádio de EMEI diferente

A Rádio Cantinho da Felicidade é um projeto desenvolvido em sala de aula pelas profªs  Marcilia Canuto , Débora  Salatiel e Paula Mendonça da EMEI Prof. Gianfederico Porta da DRE de Guaianazes. O projeto tem um diferencial em relação aos projetos, Rádio Jacaré e Tem Gato na Tuba, a programação é desenvolvida e ouvida nas sala de aula. São utilizados os conteudos das aulas para produção dos programas de rádio. É o Rádio  como metologia para ensinar. Ouça programa apresentado na Bienal Internacional do Livro.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Canal Futura apresenta o projeto Imprensa Jovem em ação na Bienal Internacional do Livro

Alunos da rede municipal de ensino participam da Bienal do Livro em São Paulo. Eles participam do programa Imprensa Jovem, que visa reforçar a aprendizagem por meio da prática do jornalismo. Entre os entrevistado. Os alunos chegaram a entrevista o secretário Alexandre Schneider e o governador Alberto Goldman. As reportagens serão publicas em um blog.


Bienal do Livro receber os alunos repórteres mirins da Rádio Tem Gato na Tuba

O Programa  Nas Ondas do Rádio trouxe centenas de alunos reporteres para cobrir os 10 dias da Bienal Internacional do Livro. Junto com esta galera trouxemos a criançada da Rádio Tem Gato na Tuba, a 2ª emissora de rádio com alunos do Ensino Infantil. Esta  equipe chamou  muita atenção do publico e até dos entrevistados. A rádio Tem Gato na Tuba será inaugurada amanhã dia 01/09/2010 na EMEI Guia Lopes, localizada na região de Freguesia do Ó.  Confira o depoimento dos meninos:

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Posso Ter Posso Pensar- autoras do livro conversa com a Imprensa Jovem na Bienal do Livro


A aluna repórter Priscila Dias da Escola Municipal Carlos Augusto de Queiroz Rocha entrevistou as autoras do livro Posso Ler Posso Pensar - Leitura em Construção, da editora da Universidade Federal Fluminense. As autoras Iduína Mont'Alverne, Helena Chompré, Sylvia de Castro e Tania Cozzi conversaram com nossa reporter num bate papo gostoso falando sobre o livro, Midia e Literatura, entre outros assuntos. Confira!

domingo, 8 de agosto de 2010

Rádio Jacaré - Nossa Imprensa Mirim estará presente com os pequenos alunos reporteres do Ensino Infantil

A Rádio Jacaré FM, uma projeto pioneiro de Rádio Escolar em Ensino Infantil no país, estará presente com os alunos repórteres mirins com faixa etária de 4  a 6 anos. Liderada pela professora Ana  Paula e o professor Marcelo,  a equipe apesar de nova em todos os sentidos já tem experiência de montão.

A Rádio Jacaré foi uma das equipes que se destacaram na Campus Party 2010 realizando uma cobertura jornalística que chamou a atenção dos participantes do evento.  A participação dos alunos repórteres da Rádio Jacaré rendeu um video documentário a partir das filmagens com celulares e camera de digitais. Assista o vídeo documentário.



A Rádio Jacaré estará no dia 12/08/2010 junto com escolas de Pirituba. Para conhecer mais sobre a Rádio Jacaré, ouça o seu primeiro programa.



Conheça mais o projeto acesssando o blog

http://radiojacarefm.spaces.live.com/